PREVENÇÃO É O FUTURO?
Programa STOP
A resposta é sim.
Para o pacientes e também para os dentistas. Basta relacionar a situação oral com a faixa etária dos pacientes que são atendidos todos os dias nos consultórios.
É extremamente comum encontrarmos uma situação muito mais crítica em pacientes acima dos 50 anos, quando a Odontologia não era tão desenvolvida e nem mesmo tão pesquisada, tendo como consequência técnicas muito invasivas utilizadas. 
Não vamos nem citar os pacientes acima dos 70 anos, que em sua grande maioria foram mutilados, pois o tratamento era justamente a extração dos elementos acometidos por doenças (muitas vezes simples, como cárie).
Conforme diminuímos a faixa etária, já nos deparamos com dentes restaurados de forma mais conservadora e maior número de elementos saudáveis na boca.
E por fim, observando a faixa etária mais jovem (de 15 à 24 anos) encontramos em sua grande maioria, uma cavidade oral com raras ou nenhuma restauração ou lesão de cárie.
Não é de se espantar, pois o cenário atual mostra e exige dentes bonitos, fortes e livres de doenças. Além de existir a conscientização da importância da higiene oral.
MAS SE ESTÁ TUDO BEM,
POR QUE FAZER PREVENÇÃO?
João da Silva
O paciente deve ter em mente que, a avaliação e monitoramento periódico da boca é IMPORTANTE, mesmo que não existam evidências de cáries ou outras doenças.
O que eu quero dizer?
Não devemos ir ao dentista APENAS quando sentimos que existe algo errado na boca.
VÁRIAS são as doenças silenciosas, que não percebemos na correria da nossa rotina diária.
Ir ao dentista apenas quando se sente dor, incômodo, sangramento ou algum outro sintoma, se chama AUTODIAGNÓSTICO, se tornando um hábito arriscado, perigoso e extremamente CARO. 
Afinal, quando algo chega a incomodar, provavelmente já está em estágio avançado, sendo necessário utilizar meios mais onerosos de tratamento.

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